Quando vim para a Argentina em 2005, o vinho entrou de vez na minha vida. Até então, o único vinho que eu conhecia, no Brasil, era o que vem naquela conhecida garrafa enorme, tradicionalmente servido nos almoços de domingo de Páscoa e magistralmente chamado de “Sangue de Boá” pelo meu avô paterno (Eram outros tempos. [...]








