Comida Armênia em Buenos Aires

Tem é tempo que não escrevo no blog querido. Falta de organização de tempo, um monte de trabalho e agenda social lotada de aniversários (pq todo mundo nasceu eu setembro/outubro?), casamentos e eventinhos variados. Mas bem, andei por aí, circulando pela cidade já com ar primaveril (ufa) e juntei um monte de coisa pra escrever aqui quando desse tempo. Lê lê lêlê, agora tou mais liberada e voltando com tudo. Mari e Carolzinha, podem ficar tranquilas: atualizei.

Olha, não sei como fui capaz de demorar tanto pra falar sobre esse restaurante aqui.
É o restaurante ao qual mais vezes fui nesses cinco anos. Pelo menos uma vez por mês (mas já cheguei a ir 2 vezes na mesma semana). Sou fiel ao Sarkys e ele é fiel a mim.
O Sarkys serve comida armênia, que é bem semelhante à comida árabe que nós brasileiros conhecemos, com exceção do kibe (keppe, para o Sarkys) que é diferentinho.

Eu acabo sempre pedindo mais ou menos a mesma coisa, variando um ou outro item, e meus favoritos são:

Entradinhas: para pedir várias e ir beliscando.
Keppe crudo: kibe cru, gente. Eu amo, meu pai ama, minha vó e todo mundo que traz sangue do Oriente Médio na veia tem que amar também.
Pure de garbanzos: hummus (pasta de grão-de-bico)
Jambra: pastinha de pimentão vermelho (é o pimentão espanhol, diferente do nosso, menos picante e mais docinho)
Empanada árabe de carne: sfiha delícia
Para duas pessoas, meia-porção de cada coisa é super suficiente. Acompanha uma cesta de pão árabe quentinho.
Ah, o taboulleh é nota 10 também.

100_4539Jambra. Hummmm

Pratos:
Moussaka – sou fãzona. É tipo uma lasanha de beringela, com carne moída, fantástico molho de tomate. Tem a opção veg também.
Falafel – eu gostava, mas enjoei. Para mim, é o acarajé árabe. Até o cheiro lembra.
Carne al fierrito: Churrasquinho árabe no espeto, filé mignon super macio, bem tempradinho como a gente gosta. Dá para pedir com ou sem molho de iogurte. Também tem de frango e de carneiro.

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Taboulleh com vinho e o maravilhoso churrasco armênio.

Sobremesa:
Deditos!!! Lá na minha família mezzo libanesa, se chama Belewa e eu salivo só de pensar. Aqui, acompanha com bo-la-de-sor-ve-te! Os garçons devem ter todos mais de 50 e são bem gente-boa.

O Sarkys é um verdadeiro case de sucesso. Faça chuva ou sol, de segunda a segunda, em tempos de crise econômica ou de gripe suína, o Sarkys lota. Lota tipo fila na porta. E não fazem reserva.
Para jantar, chegue entre 20 e 20h30. Depois disso, se prepare para uma espera de mais de uma hora ou NEM VÁ. O horário de almoço é mais tranquilo, principalmente em dias de semana.

O restaurante Sarkys fica na Calle Thames 1101, esquina com Jufre, no bairro de Villa Crespo. Bem pertinho dos Outlets da Aguirre e da Avenida Córdoba. Para almoçar depois das compras!

Com uma garrafa de vinho bom (Alamos Bonarda, meu new favourite – $45), duas entradinhas (meia-porção), mais uma sfiha e uma carne al fierrito ( para duas pessoas), sai, mais ou menos, 100 pesos.

Ah, toda segunda, tem apresentação de dança do ventre, para quem gosta.

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Essas duas fotos são do Guia Oleo, que coloca o Sarkis em primeiro lugar na categoria de restaurantes com refeição que custe entre 40 e 65 pesos por pessoa. Há aaaaanos.

Se esse blog desse estrelas, eu dava 5 pro Sarkys facinho. No meu Top 10 de Buenos Aires, com certeza.

Tem é tempo que não escrevo no blog querido. Falta de organização de tempo, um monte de trabalho e agenda social lotada de aniversários (pq todo mundo nasceu eu setembro/outubro?), casamentos e eventinhos variados.

Mas bem, andei por aí, circulando pela cidade já com ar primaveril (ufa) e juntei um monte de coisa pra escrever aqui quando desse tempo. Lê lê lêlê, agora tou mais liberada e voltando com tudo. Mari e Carolzinha, podem ficar tranquilas: atualizei.

Olha, não sei como fui capaz de demorar tanto pra falar sobre esse restaurante aqui.

É o restaurante ao qual mais vezes fui nesses cinco anos. Pelo menos uma vez por mês (mas já cheguei a ir 2 vezes na mesma semana). Sou fiel ao Sarkys e ele é fiel a mim.

O Sarkys serve comida armênia, que é bem semelhante à comida árabe que nós brasileiros conhecemos, com exceção do kibe (keppe, para o Sarkys) que é diferentinho.

Eu acabo sempre pedindo mais ou menos a mesma coisa, variando um ou outro item, e meus favoritos são:

Entradinhas: para pedir várias e ir beliscando.

Keppe crudo: kibe cru, gente. Eu amo, meu pai ama, minha vó e todo mundo que traz sangue do Oriente Médio na veia tem que amar também.

Purê de garbanzos: hummus (pasta de grão-de-bico)

Jambra: pastinha de pimentão vermelho (é o pimentão espanhol, diferente do nosso, menos picante e mais docinho)

Empanada árabe de carne: sfiha delícia

Para duas pessoas, meia-porção de cada coisa é super suficiente. Mais uma empanada para dividir.

Ah, o tabulleh é nota 10 também.

Pratos:

Moussaka – sou fãzona. É tipo uma lasanha de beringela, com carne moída, fantástico molho de tomate. Tem a opção veg também.

Falafel – eu gostava, mas enjoei. Para mim, é o acarajé árabe. Até o cheiro lembra.

Carne al fierrito: Churrasquinho árabe no espeto, filé mignon super macio, bem tempradinho como a gente gosta. Dá para pedir com ou sem molho de iogurte.

Também tem de frango e de carneiro.

Sobremesa:

Deditos!!! Lá na minha família mezzo libanesa, se chama Belewa e eu salivo só de pensar. Aqui, acompanha com bo-la-de-sor-ve-te! Os garçons devem ter todos mais de 50 e são bem gente-boa.

O Sarkys é um verdadeiro case de sucesso. Faça chuva ou sol, de segunda a segunda, em tempos de crise econômica ou de gripe suína, o Sarkys lota. Lota tipo fila na porta. E não fazem reserva.

Para jantar, chegue entre 20 e 20h30. Depois disso, se prepare para uma espera de mais de uma hora, pelo menos, ou NEM VÁ. O horário de almoço é mais tranquilo, principalmente em dias de semana.

O restaurante Sarkys fica no bairro de Villa Crespo. Bem pertinho dos Outlets da Aguirre e da Avenida Córdoba. Para almoçar depois das compras!

Com uma garrafa de vinho bom (Alamos Bonarna, meu new favourite – $45), duas entradinhas (meia-porção), mais uma sfiha e uma carne al fierrito ( para duas pessoas), sai, mais ou menos, 100 pesos.

5 comentários em Comida Armênia em Buenos Aires

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